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Nova edição revisada pelo autor, em parte resumida e um pouco modificada. A primeira edição era exactamente de 1000 versos e intitulava-se “Centro Histórico, Conto de Turim EM 1000 versos contra o racismo”. Trata-se de um poema épico, ou conto em versos como hoje mais globalmente se diz, um conto coral que se articula em “cantos” intitulados em personagens cujas vicissitudes são, directamente ou indirectamente, conectadas. A obra, escrita no ano de 1990 ainda que muitas vezes revisada e aqui e acolá modificada pelo autor, pode-se ler como um conjunto de flash – quase – históricos sobre um centro histórico de Turim hoje em grande medida diferente. Tinha escrito a seu tempo para o autor o saudoso Giorgio Bárberi Squarotti: “Caro Pagliarino, li com vivo interesse esta galeria de retratos de personagens de um bairro de Turim, quase uma espécie de “antologia de Spoon River” de vivos (com alguns mortos), narrada pelo autor – testemunho em verso de grande envergadura, bem modulado e cadenciado, do qual os rostos humanos, as tragédias, as situações paradoxais e grotescas sobressaem com eficaz realce. Muitas vezes o ataque faz pensar em Pavese: com um que de muito mais sombrio e consternado, por assim dizer.”

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In the year 2000 the elderly emeritus police commissioner D'Aiazzo, is working alongside Commissioner Sordi, his former employee, as a consultant at the Police Headquarters in Turin. He is investigating a series of murders that seem to be the anarchic work of a sadistic serial killer or people sacrifices to the devil of one of the sulfurous sects in the macabre-obsessed Turin. But it could also or only have elements related to the brand of terrorism that had raged in Italy until about twenty years beforehand and still drags on into the end of the millennium. The monster suppresses his victims in a horrendous way, pushing the murder weapon into an ear until it reaches the brain and kills them. The investigation unfolds through disturbing suspicions, identity crises, psychological annotations, and reaches its conclusive acme in the unsettling final revelation, which has the death of the police commissioner himself, as the very consequence of his discovery of the culprit as its addendum. In the year 2000 the elderly police commissioner emeritus Vittorio D'Aiazzo is working alongside commissioner Sordi, his former employee, as a consultant to the Turin Police Headquarters. They are investigating a series of murders that appear to be the anarchic work of a sadistic serial killer or sacrifices to the devil by one of the sulfurous sects of macabre-obsessed Turin. But they may also, or only, have roots related to the terrorism that had raged in Italy until twenty years earlier and is still dragging on at the end of the millennium. The monster suppresses his victims horrendously by sticking the murder weapon into an ear until it reaches the brain, with lethal results. The investigation touches on private issues and moves forward through a motley group of humanity that is not entirely morally transparent. But it also touches on the political, economic, and social themes typical of the 1970s during the so-called anni di piombo (years of terrorism), when political and private violence normally ended up being mixed with the disappearance, or almost, of the concept of the person and the prevalence of social roles. Vittorio D'Aiazzo's investigation winds its way through the evil fruits of those perverse seeds, amid disturbing conjectures, identity crises, psychological annotations, and reaches its crucial acme in the unsettling final revelation which has as an addendum the death of the commissioner himself, resulting from the discovery of the culprit.

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Sette racconti, tutti ambientati nel corso degli ultimi decenni dello scorso millennio. Sette racconti, tutti ambientati nel corso degli ultimi decenni dello scorso millennio: In “Polvere per costruire montagne” seguiamo un giovane apprendista industriale erede, o presunto tale, d’uno stabilimento per la produzione di giocattoli e prodotti per modellismo, nell’Italia del boom economico dei primi anni ‘60, che si scontra con pregiudizi e cattiverie, con false apparenze e la megalomania altrui. Ne “Il Vero e il Verosimile” incontriamo le vicissitudini familiari drammatiche e insieme grottesche d’un uomo che, secondo alcuni, è un farabutto, per altri è invece, addirittura, un santo. In “La perdita” osserviamo le fasi tragicomiche della disavventura d’un modesto pensionato alle prese con un’irrefrenabile perdita idrica nel locale che, angosciosamente, vorrebbe affittare per arrotondare la sua magra pensione. “La Verità, il suo nemico e padre Paul” considera che non in tutti i conventi si può vivere sempre e soltanto in pace e preghiera, soprattutto se entrano in gioco, a un certo punto, rapporti di lavoro e sindacali. “La Ragione dei Segni” vuol dimostrare la grande importanza di certe piccole coincidenze, di quelle apparenti casualità che possono modificare radicalmente una vita; e non diversamente è per il successivo racconto “Cane fantasma”; infine, nel breve ”Il bene di Médeia” ci veniamo a trovare fra realtà e sogno a occhi aperti, altalenantesi forse per alienazione mentale forse, chissà, in vista d’uno scopo che supera i confini del mondo materiale.

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Italia, años 60 del siglo XX: Una serie de delitos y de desgracias afectan inevitablemente, sin solución de continuidad, uno por uno, a los miembros de una familia de conocidos comerciantes turineses, como si fueran personajes de una tragedia griega, que, de forma irremediable, continúa desarrollándose, episodio tras episodio, sin verdaderos culpables, con un padre y un hijo, ambos de carácter noble y sus familiares no innobles. Italia, años 60 del siglo XX: Una serie de delitos afectan inevitablemente, uno por uno, a los miembros de una familia de conocidos comerciantes turineses, los Trastulli, cuya pareja de cabezas de familia participó en la lucha de Liberación del nazifascismo y ocultó y protegió a judíos buscados por las SS en los años más oscuros. Una verdadera tragedia vital que arrolla a los miembros de la familia, causada por acontecimientos superiores incontrolables, como la gravísima crisis económica del trienio 1963-1965, que, desatándose inesperadamente, convulsiona dramáticamente la economía italiana, interrumpiendo el llamado milagro económico, es decir, la sorprendente expansión de Italia iniciada en los años 50 y desarrollada, desordenada pero potentemente, hasta 1962; o como, en 1964, el golpe de Estado que tiene en su cúspide a personas importantes del gobierno y al comandante en jefe de los Carabineros, un general de las fuerzas armadas y héroe varias veces condecorado de la Resistencia. Afectando a acontecimientos económicos, sociales y políticos de alto nivel de carácter ineluctable sobre seres humanos individuales, la mítica musa Melpómene inspira simbólicamente una tragedia existencial. En busca de justicia, entran en escena un comisario jefe de la Comisaría de Turín, también héroe de la Resistencia al haber participado en 1943, aún como muy joven subcomisario, en la insurrección de la ciudad partenopea honrada por la historia como «Los cuatro días de Nápoles», y su ayudante, un joven subbrigada. Estos indagan, en primer lugar, una muerte que tiene todo el aspecto de un suicidio por motivos económicos, pero que podría haber tenido como causa muy altos intereses políticos y militares. Luego se van sucediendo otros decesos y desgracias, afectando, uno a uno, a todos los miembros de la familia Trastulli y no siempre un familiar es ajeno al mal de otro, aunque indudablemente el hecho mismo parece debido a causas superiores. Entretanto, otra familia, que está encabezada por un austero general de brigada y expartisano y está relacionada con la primera por una firme amistad entre los dos cabezas de familia, ve cómo se entrecruzan trágicamente sus vidas con las de la otra. Último libro en orden de redacción con Vittorio D’Aiazzo y Ranieri Velli como protagonistas, pero tercero de la saga según el orden cronológico de los acontecimientos, una serie que termina con la novela, publicada desde hace tiempo «El terror privado y el terror político», ambientada en el año 2000.

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História de aventura mágico-satânica com aspectos detetivescas que se desenvolve por volta da metade do primeiro século entre a Judéia, a ilha de Chipre e a Ásia Menor: em 28 d.C. o judeu rico de Jerusalém Jônatas Paulo, que se tornou cidadão romano graças a uma generosa doação a um homem poderoso, é morto numa rua da cidade de Perge, onde havia feito negócios. Os assassinos e os motivos permanecem desconhecidos. Nem a força pública local, um cento de ”policiais” romanos, se dá ao trabalho de investigar: para esses policiais, é só mais um dos incontáveis assassinatos sem testemunhas que naqueles dias ensanguentavam as ruas. Só relatam à viúva do assassinado e ao seu filho de treze anos, Giovanni Marco, que a bolsa do morto não foi roubada. Assim, seria difícil pensar em latrocínio, levando o herdeiro a se questionar sobre as razões: concorrência desleal que levou a homicídio? Uma briga banal que teve final trágico? Ou um daqueles patriotas judeus fanáticos chamados zelotes qis punir seu pai por se tornar cidadão de Roma? Giovanni Marco quer procurar os assassinos, mas é impedido pela proibição de sua mãe, Maria, que não quer que seu único filho, muito jovem, arrisque sua vida. Durante anos, nada acontece. Então, uma noite, João Marcos tem um sonho: em uma paisagem irreal e perturbadora, seu falecido pai sai do subsolo e pede que honre seu túmulo na cidade de Perge e procure quem o matou. O sonho é premonitório, o jovem é de fato convidado a acompanhar seu primo Barnabé e o amigo Paulo em uma longa viagem, que também passará por Perge. Após altos e baixos, o trio chega a Pafos, capital do Chipre, onde o mago Elimas, conselheiro do mesmo indivíduo satânico, ex-aluno do mago Simão de Samaria, prospera no palácio do procônsul senatorial de Roma Sérgio Paulo. Elimas provoca Paulo com falsas acusações. Ele reage e o derrota em um duelo mágico-psíquico. O procônsul, tendo verificado a má fé do mago, o exila, e o diabólico foge para Perge, sua cidade natal. Marco e seus companheiros embarcaram também para aquela cidade. Ali, no cemitério local, o jovem e seu primo descobrem que o túmulo de Jônatas foi violado e que seu crânio está desaparecido. Em seguida, veem seu inimigo, Elimas, fugindo com uma caveira debaixo do braço, conseguindo desaparecer. Paulo e Barnabé continuam sua longa jornada, enquanto o jovem Marcos fica em Perge e começa a investigar, com a ajuda do decurião dos policiais romanosJunio Marcelo. Juntos, eles descobrem fatos macabros. Durante a investigação, o jovem percebe que o decurião está possuído por um demônio íntimo, que o empurra a agir contra seus colegas, como as feras que pretendem conquistar um território a todo custo; pior, Marcos percebe que essa força do mal está em todos os seres humanos e, portanto, também nele mesmo; e aqui estamos ainda apenas nas primeiras fases da história: muitos fatos novos se seguirão até a descoberta plena da verdade atroz e, finalmente, o triunfo da justiça.

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Por un conjunto de circunstancias favorables, una expedición arqueológica que buscaba otro tipo de restos ha recuperado un escrito en arameo sobre papiro, que, tras su datación con el método del carbono 14 ha resultado tener una antigüedad de veinte siglos… A la novela, que se desarrolla sobre todo siguiendo ese documento, le sigue un epílogo con observaciones pertinentes histórico-críticas. La obra tiene demás muchas notas histórico-sociales sobre el ambiente y las costumbres hebreas de hace 2.000 años, en los tiempos de Jesús de Nazaret, bajo la ocupación romana. Novela histórica: Por un conjunto de circunstancias favorables, una expedición arqueológica que buscaba otro tipo de restos ha recuperado un escrito en arameo sobre papiro, que, tras su datación con el método del carbono 14 ha resultado tener una antigüedad de veinte siglos. Desde hacía casi el mismo tiempo yacía en la India en una galería en ausencia de aire y por eso nos ha llegado después de tanto tiempo, a pesar de la extrema fragilidad de todos los soportes en papiro. ¿Pero cómo se encontraba ese papiro en la India, visto que, atendiendo al análisis textual, se trata de una composición redactada en Galilea y Judea a lo largo de los años 28-50? ¿Precisamente un diario escrito por Leví Mateo, componente del grupo itinerante de Jesús de Nazaret? ¿Y cómo habría llegado casi de inmediato a la hinduista y budista península india? No solo eso: ese documento podría ser el texto evangélico perdido del que había escrito al principio del siglo II, Papías, obispo de Hierápolis, en una epístola donde, además de referirse a los evangelios en griego que serían reconocidos como canónicos en el «Canon Muratoriano» y al documento de Ireneo «Contra las herejías», en torno al año 180, el prelado citaba un evangelio redactado «en la lengua de los judíos», es decir, en hebreo o en arameo. Por otro lado, no fue solo el obispo Papías el que habló de ese texto perdido: habían escrito también sobre ello los antiguos estudiosos Ireneo de Lyon y Eusebio de Cesarea. A la novela, que se desarrolla sobre todo siguiendo ese documento, le sigue un epílogo con observaciones pertinentes histórico-críticas. La obra tiene demás muchas notas histórico-sociales sobre el ambiente y las costumbres hebreas de hace 2.000 años, en los tiempos de Jesús de Nazaret, bajo la ocupación romana.

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Im Jahr 1933 wird in Italien eine abgestürzte fliegende Untertasse entdeckt. An Bord findet man drei menschliche Körper. Für Marconi sind es Marsmenschen, aber er weiß nicht, dass die Disc-Befehle auf Englisch geschrieben wurden; für Mussolini ist es sogar ein Produkt der britischen Luftwaffe. Es ist nur der Anfang einer dramatischen Geschichte, die sich auf anderen Planeten und auf der Erde der Zukunft entwickeln wird. Dieser Roman in seiner ersten Ausgabe, in Papier-, Elektronikform und als Hörbuch von 0111 Edizioni im Jahr 2011 (nicht mehr im Katalog seit 31.12.13 – © Guido Pagliarino seit 2014), erreichte den 1. Platz beim Creative Award VI. Ausgabe, 2012, Bereich Erzählungen. Die Handlung gliedert sich in zwei Teile. Der erste beginnt im Jahr 1933: In Italien wird eine abgestürzte fliegende Untertasse entdeckt. An Bord drei menschliche Körper. Für Marconi sind es Marsmenschen, aber er weiß nicht, dass die Disc-Befehle auf Englisch geschrieben wurden; für Mussolini ist es sogar ein Produkt der britischen Luftwaffe. Es ist nur der Anfang einer dramatischen Geschichte, die sich auf anderen Planeten und auf der Erde der Zukunft entwickeln wird. Die Scheibe offenbart sich dem Leser bald als Landebrücke des Chronoraumschiffs 9, das von 2133 in das Jahr 1933 zurückkehrt und hier infolge einer Havarie explodiert; die Scheibe konnte gerade noch rechtzeitig das Mutterschiff verlassen, versuchte zu landen, stürzte aber ab. Ebenfalls im Jahr 2133 begann das Chronoraumschiff 22, das eine wissenschaftliche Expedition auf den Planeten Tinno brachte und um Beta Centauri kreiste, wo Jahrhunderte vorher ein Vernichtungskrieg zwischen zwei Staaten, die von Diktaturen, ähnlich der stalinistischen und nationalsozialistischen auf der Erde, regiert wurden, das Ende der tinnianischen Zivilisation hervorrief. Das Team soll Relikte davon sammeln. Mussolini bildete eine Forschungsgruppe, in der Hoffnung, dass es Italien, ”wie Großbritannien”, gelingen könnte, Flugzeugezu bauen, die der Scheibe ähnlich sind. Hitler, seit einigen Monaten in Deutschland an der Macht, schickt eine Kompanie deutscher Fallschirmjäger, die rücksichtslos alle faschistischen Milizionäre tötet, die die Scheibe bewachten, stiehlt die abnehmbaren Teile und sogar die Raketen des Flugzeugs der Zukunft, darunter zwei mit mächtigen, zerstörerischen Bomben. Dank ihres Back-Engineering-Studiums produzierten die Nazis Waffen und Flugzeuge, die sie 1939 zur Eroberung der Welt führen sollen. Zurück auf der Erde im Jahr 2133 finden die Chronoastronauten heraus, dass der Nationalsozialismus anstelle der Demokratie regiert. Da sie dank der historischen Computer der Staatsarchive die Andere Geschichte der Erde kennen und nachdem sie inzwischen verschiedene Risiken eingegangen sind, machen sie 1933 einen zeitlichen Sprung, mit der Absicht, die in Italien gefallene Scheibe zu zerstören um den Diebstahl und anschließenden deutschen Sieg im Zweiten Weltkrieg zu verhindern, und da geschieht… Im zweiten Teil beschließen die Chronoastronauten und Wissenschaftler des Schiffes 22, das Schicksal von Tinno zu ändern und den Vernichtungskrieg zu vermeiden, der seine Bewohner eliminierte. Das Chronoraumschiff gelangt so in die Vergangenheit um den Planeten, auf dem sich die beiden feindlichen Diktaturen im Moment in einer Art ”Kalten Krieg” befinden. Mit verschiedenen Initiativen, die die Tinnier glauben lassen, die Intervention sei übernatürlich, gelingt es den Protagonisten und einigen ihrer einheimischen Verbündeten, diese Welt zu retten, indem sie einen heißen Krieg vermeiden, die Diktaturen niederreißen und Tinno in die indviduelle Moral und Demokratie einführen. Nach Monaten, in denen die Chronoastronauten die Führung ihren außerirdischen Freunden überlassen, verabschieden sich die Chronoastronauten und springen in die Zukunft des Planeten, um die Ergebnisse ihrer positiven Handlung auf lange Sicht zu überprüfen. Eine geheimnisvolle Stimme erklingt in der Zigarre, spottet und verkündet, dass sie nach ihrer Rückkehr in große Schwierigkeiten geraten werden; die Stimme behauptet, der platonische Demiurg zu sein und auch alle früheren Probleme auf unserem Planeten und auf Tinno verursacht zu haben. Die Chronoastronauten kehren nach Hause zurück…Das Böse, dessen metaphysische Ursache unverständlich bleibt, ist vielleicht die bedeutendste ”Figur” dieses Romans, in dem der Leser auch der ”Erbsünde” begegnet.

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Italia, anni ‘60 del XX secolo: Una serie di delitti e disgrazie colpisce ineluttabile, senza soluzione di continuità, uno per volta, i membri d’una famiglia di noti commercianti torinesi, quasi essi fossero i personaggi d’una tragedia greca che, per ineluttabile fato, continua a dipanarsi, episodio dopo episodio, senza veri colpevoli, contro un padre e un figlio entrambi d’animo nobile e i loro famigliari non ignobili. Italia, anni ‘60 del XX secolo: Una serie di delitti colpisce ineluttabile, uno alla volta, i membri d’una famiglia di noti commercianti torinesi, i Trastulli, la cui coppia di capostipiti ha partecipato alla lotta di Liberazione dal nazifascismo e ha nascosto e protetto, negli anni più bui, ebrei ricercati dalle SS. È una vera e propria tragedia di vita quella che travolge i membri della famiglia, causata da eventi superiori incontrollabili, come la gravissima crisi economica del triennio 1963-1965 che, esplodendo improvvisa, sconvolge drammaticamente l’economia italiana, interrompendo il cosiddetto miracolo economico, cioè l’espansione stupefacente dell’Italia iniziata negli anni ‘50 e sviluppatasi, disordinata ma possente, fin al 1962; o come, nel 1964, un tentativo di colpo di Stato che vede ai propri vertici addirittura alti esponenti politici d’area governativa e il comandante in capo dei Carabinieri, un generale di corpo d’armata eroe pluridecorato della Resistenza: incombendo superni eventi economici, sociali e politici ineluttabili sopra singoli esseri umani, simbolicamente la mitica musa Melpomene ispira una tragedia esistenziale. Cercando giustizia, entrano in scena un commissario capo della Questura torinese, anch'egli eroe della Resistenza avendo partecipato, nel 1943, ancor giovanissimo vice commissario, all’insurrezione della città partenopea onorata dalla Storia quale “Le Quattro Giornate di Napoli”, e il giovane vice brigadiere suo aiutante: indagano, in primo luogo, sopra una morte che ha tutta l’apparenza d’un suicidio per motivi economici, ma che potrebbe aver avuto causa in altissimi interessi politici e militari. Poi altri decessi e disgrazie vanno succedendosi colpendo, a uno a uno, tutti i membri della famiglia Trastulli, e non sempre un famigliare è estraneo al male dell’altro, anche se indubbiamente il fato stesso s’é intromesso superno. Un’altra famiglia intanto, che ha al suo vertice un austero generale di brigata ex partigiano ed è legata alla prima grazie a una salda amicizia fra i due capostipiti, vede intrecciarsi tragicamente le proprie vite a quelle dell’altra. Ultimo libro in ordine di stesura con protagonisti Vittorio D’Aiazzo e Ranieri Velli, ma terza opera della saga secondo l’ordine cronologico degli eventi, una serie che si conclude col romanzo, da tempo in libreria, “Il terrore privato, il terrore politico” ambientato nell’anno 2000.

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Todo el mundo se ha planteado dramáticamente antes o después la doble pregunta: «¿Por qué existe el mal? ¿Podemos librarnos de él, aunque sea después de la muerte?» Las respuestas han sido religiosas o filosóficas y entre las segundas destaca la concepción de Platón, idea básica sobre la que, mezclándola con otros posteriores pensadores antiguos, los gnósticos, individuos absolutamente elitistas, desarrollaron su teoría de la Salvación, que solo es aplicable a ellos y a nadie más. Curiosos por las novedades, se interesan casi de inmediato por el recién nacido cristianismo y muchos, aunque a su manera snob, se convierten en cristianos. Desde ese momento, se inician disputas entre gnósticos cristianizantes y cristianos genuinos, altercados acérrimos en los primeros siglos de la era cristiana. Todo el mundo se ha planteado dramáticamente antes o después la doble pregunta: «¿Por qué existe el mal? ¿Podemos librarnos de él, aunque sea después de la muerte?» Las respuestas pueden ser religiosas, y a lo largo de la historia encontramos el hinduismo, el budismo, el mazdeísmo, el judaísmo…, o pueden ser filosóficas y entre las segundas destaca la concepción de Platón, según la cual, como es sabido, la materia, eterna y no creada por Dios, se modela malamente en sus formas y leyes físicas por un artífice y legislador divino, un falsario bondadoso e inconsciente llamado el Demiurgo, es decir el Artesano y las almas humanas, preexistentes, se ven infelizmente aprisionadas en los cuerpos. Hay que filosofar mejorando, reencarnándose así en hombres siempre mejores, hasta el fin de las encarnaciones y ser de nuevo, de una vez por todas, espirituales. Sobre esta idea básica, sucesivos pensadores, reunidos en diversos grupos y grupúsculos, personas de espíritu absolutamente elitista, consideran que solo algunos individuos, precisamente ellos mismos, son espirituales, mientras que la mayor parte de los demás no lo son. Solo para ellos ha venido a la tierra un salvador-revelador de la verdadera sapiencia divina y gracias a él no se aniquilarían al morir, sino que podrían salvarse de la materia y, por tanto, del dolor, sobreviviendo felices: solo ellos, los pneumáticos o espirituales, que tienen dentro de sí el pneuma eterno o chispa divina; no todos los demás, los materiales, que son mortales porque solo poseen cuerpo y alma (o psique), que perecen. También piensan eso elitistamente algunos hebreos no ortodoxos que, por otro lado, lo ven de otra forma en algunos aspectos secundarios. Unos y otros son calificados como gnósticos por los estudiosos moderno, aunque ellos se definían sencillamente como pneumáticos. Al contrario que los gnósticos, para la mayor parte de los pensadores judíos y luego de los cristianos la Revelación divina no es una iluminación debida a un salvador-revelador, sino que procede por etapas en la historia y, poco a poco, por las enseñanzas de esta, viene transcrita en los libros bíblicos, es decir, en el Primer o Antiguo testamento y en el Nuevo Testamento, este segundo centrado en la Resurrección de la muerte de Cristo el Salvador. Esos primeros cristianos no son elitistas como los gnósticos y afirman que, gracias a él, todos los seres humanos pueden alcanzar la vida eterna, que el cuerpo material y psíquico se transformará al morir y resucitará en forma gloriosa y espiritual perviviendo eterna y gozosamente en Dios, igual que pasó con la persona de Jesús, siempre que se siga su ejemplo de amor y se crea que él también resucitó. Tratan de que se conozca en todas partes la maravillosa noticia de la Resurrección, pero lamentablemente a algunos hebreos, concretamente a la élite que se mueve en torno al templo y el sanedrín (parlamento) de Jerusalén y, enseguida, también a muchos romanos, no les gusta la idea, así que hacen que se mate o matan directamente a los apóstoles, los discípulos y los seguidores, normalmente de formas horribles. Los gnósticos, curiosos por la novedad, se interesan casi de inmediato por el cristianismo y muchos se cristianizan, pero a su manera: dicen que el verdadero cristianismo es el suyo, que ni hablar de una resurrección del cuerpo y continúan insistiendo en que solo ellos, los iluminados, se salvan. Desde ese momento, se inician disputas entre gnósticos cristianizantes y cristianos genuinos, altercados acérrimos en los primeros siglos de la era cristiana.

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En las obras anteriores basadas en los personajes Vittorio D’Aiazzo y Ranieri Velli, «La furia de los insultados», «El monstruo de tres brazos» y «Los satanistas de Turín», ambos eran funcionarios de policía (o de la Seguridad Pública, como se denominaba antiguamente a esta), comisario el primero y su ayudante directo el segundo. En esta obra posterior, mientras que Vittorio sigue estando de servicio y ha ascendido al grado de subinspector, Ranieri ha dejado valerosamente el uniforme con su salario fijo para dedicarse exclusivamente a su pasión, la escritura, y vive duramente de su pluma, como periodista precario en un periódico y editor mal pagado en una editorial y esta vez, tanto en la novela «El metro del amor tóxico» (metro en sentido poético) como el cuento breve que lo sigue es el personaje principal, no Vittorio, aunque su amigo no queda en modo alguno arrinconado. En las obras anteriores basadas en los personajes Vittorio D’Aiazzo y Ranieri Velli, «La furia de los insultados», «El monstruo de tres brazos» y «Los satanistas de Turín», ambos eran funcionarios de policía (o de la Seguridad Pública, como se denominaba antiguamente a esta), comisario el primero y su ayudante directo el segundo. En esta obra posterior, mientras que Vittorio sigue estando de servicio y ha ascendido al grado de subinspector, Ranieri ha dejado valerosamente el uniforme con su salario fijo para dedicarse exclusivamente a su pasión, la escritura, y vive duramente de su pluma, como periodista precario en un periódico y editor mal pagado en una editorial y esta vez, tanto en la novela «El metro del amor tóxico» (metro en sentido poético) como el cuento breve que lo sigue es el personaje principal, no Vittorio, aunque su amigo no queda en modo alguno arrinconado: Ranieri, al volver a su casa un día de julio de 1969, encuentra en su buzón una carta, mandada desde Nueva York, que le comunica la concesión de un premio literario bien dotado por su obra poética traducida en Estados Unidos. Poco después se perpetran atentados contra su vida, envueltos en incidentes, sin éxito gracias a la capacidad atlética y la habilidad marcial del objetivo. ¿Tal vez se trata de intentos de venganza por parte de alguno de los muchos delincuentes que Ranieri ha entregado a la justicia antes de dimitir? ¿O, como acaba sospechando el motivo, es precisamente el premio literario? ¿O, todavía más sorprendente, el motivo puede ser una antología de sus poesías imprimida hace poco completamente a sus espaldas? Tras volar a Nueva York para recoger el premio, Velli es recibido en el aeropuerto Kennedy por una joven italo-americana, Norma Costante, una auténtica belleza a la que la Fundación Valente, organizadora del premio, ha encargado asistirlo como intérprete y acompañante. Esta, a punto de divorciarse de su marido, pintor bisexual que la ha traicionado abandonándose a orgias con modelos de ambos sexos, parece enamorarse apasionadamente de Ranieri, mientras que este sin duda queda prendado de ella, pero surgirá un hecho amargo del pasado de la sensual mujer. Entretanto, también en Estados Unidos alguien intenta matar al poeta varias veces, siempre disfrazando sus tentativas criminales como incidentes fortuitos y aunque Ranieri consigue de nuevo huir de la muerte, se ven sin embargo afectadas otras personas, para empezar John Crispy, un importante bróker estadounidense que administra el patrimonio de Donald Montgomery, joven de carácter frío, director del FBI de Nueva York y candidato al Senado de Estados Unidos: tal vez odia al administrador porque está a punto de casarse con su madre, la mujer más rica de Estados Unidos. Algo parece seguro: el poeta se ha convertido, a su pesar, en una pieza de un juego de ajedrez criminal internacional que afecta en particular a Italia, país que, en ese año 1969, era presa de violencias sociales y desórdenes civiles. Hay multitudes de sorpresas, entre otras que personas que se creen muertas reaparecen vivas en escena, mientras que personajes que parecen honrados se revelan como falsos y nihilistas. La solución del caso llegará solo hacia el final, cuando el poeta, salvado solo en el último momento por su fraternal amigo el subinspector D’Aiazzo, será atacado y brutalmente torturado por el imprevisible artífice del colosal plan criminal. En el apéndice se puede leer el cuento El difunto D’Aiazzo, cuyos acontecimientos son un poco posteriores a los de la novela: los medios de comunicación comunican que el subinspector Vittorio D’Aiazzo ha sido asesinado. La víctima, según todos los indicios, parece ser, contra toda expectativa, un individuo con una doble personalidad, honradísimo funcionario en la comisaría de Turín y desleal delincuente en la de Nápoles, su ciudad natal. Su amigo Ranieri no puede tolerarlo y empieza a investigar.